A partir do 2º semestre, a SEMEP, nossa unidade de Operações Minerárias, passa a operar uma nova frota de equipamentos fora de estrada de grande porte: caminhões e escavadeiras Komatsu com capacidade de 100 e 125 toneladas, respectivamente.
A decisão de investir nessa classe de equipamento não é pontual. Ela aborda uma mudança estrutural na mineração brasileira.
Por que agora?
Quem acompanha o setor sabe que as operações de lavra no Brasil estão ficando mais complexas. Portanto, as operações com grandes volumes de movimentações e menor prazo de execução requerem equipamentos que garantam a segurança operacional da mina. Para atender operações dessa escala, é preciso contar com uma frota compatível, além da experiência técnica de anos de operação de mina.
O que muda na operação?
Equipamentos de 100 toneladas permitem executar o mesmo volume de trabalho em menos ciclos. Na prática, isso significa maior produtividade por hora operada, menos tráfego na praça de carga e menor desgaste acumulado da frota ao longo do contrato. São ganhos que o cliente percebe diretamente na eficiência da operação.
Além da capacidade de carga, há um ganho de disponibilidade. Os Komatsu HD785 e as escavadeiras dessa classe são projetados para condições severas, com muita poeira, inclinação, operação contínua e retorno rápido à operação após chuvas. Isso reduz paradas e melhora a previsibilidade da entrega ao cliente.
Dois efeitos colaterais relevantes: com maior volume por ciclo, o consumo de combustível por tonelada movimentada cai e, com menos equipamentos circulando na lavra, a exposição de pessoas em áreas operacionais diminui.
O diferencial não é só a frota
Qualquer empresa de mineração terceirizada pode comprar caminhões. O que diferencia a Priner é o que está ao redor da frota.
Com a SEMEP e seus 36 anos de experiência e competência técnica nesse tipo de operação e movimentação de material, a Priner passa a cobrir quatro frentes do ciclo produtivo de uma mina sob a mesma plataforma: operação minerária (lavra, infraestrutura de mina, movimentação interna); infraestrutura geotécnica (contenções, drenagem, reabilitação de estruturas, obras em barragens); montagem eletromecânica (plantas de beneficiamento, transportadores de correia, rejeitodutos); e inspeção e integridade industrial (ensaios não destrutivos, análise de criticidade, engenharia de materiais).
Quando um cliente precisa ampliar a capacidade de lavra e, ao mesmo tempo, altear uma barragem, montar uma nova linha de beneficiamento e garantir a integridade dos ativos existentes, ele pode contratar quatro fornecedores diferentes ou trabalhar com uma empresa experiente que integre tudo isso. É esse o posicionamento que estamos construindo.
Próximos passos
A chegada da nova frota está prevista para o 2º semestre, com mobilização sequencial conforme a demanda dos contratos em carteira. A ampliação reforça o compromisso da Priner em atender com excelência o setor de mineração brasileiro.

